segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tentando falar do América sem falar da América


Marvel Comics, uma empresa conhecida pelo seu mais amado herói, Spider Man e recentemente vários filmes de seus principais heróis, Iron Man, Hulk, Spider Man, Fantastic Four. Para quem não lê as histórias em quadrinhos, são só vários heróis sem sentido que lutam pela justiça, correto? Mas tem muito mais do que simples Meta-humanos e neste texto pretendo expor suas ideologias e axiologias.



Capitão América: Steve Rogers é o resultado de um projeto chamado "Supersoldado", que consistia em um soro especial e a radiação de raios gerando um crescimento físico geral, tornando um ser debilitado como Steve Rogers em um superatleta musculoso, forte, veloz e ágil. Ele é armado com um uniforme das cores da bandeira dos Estados Unidos e um escudo de Adamantium-Vibranium. Foi criado na Segunda Guerra mundial, talvez o mais fácil dos heróis de se identificar qual o seu sentido. Em várias revistas sempre enfrentava nazistas e em algumas até alguns líderes com bigodes à lá Hitler, e na Captain America Comics Special #4 eles usam até o nome de Hitler para denominar o inimigo. Grandes inimigos como Caveira Vermelha ou Ossos Cruzados mostram facilmente a quem a Marvel pretende criticar com a criação do Capitão. Capitão América foi criado basicamente para incentivar e dar força aos combatentes da Segunda Guerra mundial.



Homem de Ferro: Tony Stark, o Homem de Ferro, é um gênio da engenharia de automação. Nunca faltou dinheiro para seus projetos pois herdou a fortuna e os empreendimentos de seu pai aos 21 anos, quando este faleceu em um acidente. Dada a sua juventude, criou para si uma fama de playboy milionário. Algo como uma cópia do herói Batman, da editora DC, os dois são inspirados no milionário americano Howard Hughes. Tony se torna o Homem de Ferro ao tentar expandir seus negócios e poderio armamentício fazendo uma visita no Vietnã e acaba acionando acidentalmente caindo em uma armadilha. Stark sobreviveu a explosão mas estilhaços da bomba atingiram seu coração, assim como no começo do filme (Com uma certa distorção), ele acaba sendo capturado e cria uma armadura para sair de sua prisão. Com a armadura consegue sobreviver e vai atrás de acerto de contas com os vietnamitas.

Sua história se passa na Guerra Fria, sendo assim seus inimigos vários comunistas, russos e asiáticos. Dínamo Escarlate (Russo) e Homem de Titânio (Asiático) são seus principais inimigos e na maioria das revistas onde o Dínamo aparece, sempre podemos encontrar uma bandeira soviética escondida em algum lugar do cenário. Tony foi criado para incentivar os guerrilheiros da Guerra Fria, representando que um homem não precisa ter super poderes para combater os vietnamitas.



Homem Aranha: Talvez o Herói com a franquia mais aclamada pelos fãs da Marvel e na minha opinião, o melhor e mais humano deles. Peter Benjamin Parker era só mais um nerd em seu colégio em Nova Iorque quando durante uma demonstração de equipamentos que manipulavam radiação, Parker foi picado por uma aranha. Ela havia sido exposta à radioatividade do aparelho e por isso provocou mutações no organismo do jovem Peter, deixando assim o jovem Peter com poderes de Aranha. Sua primeira aparição foi em uma franquia alternativa da Marvel chamada Amazing Fantasy que foi cancelada após 15 edições. Spider Man faz uma breve aparição no fim desta porém após ver o tamanho do potencial do herói a Marvel resolve explorá-lo mais. Hoje em dia o herói mais emblemático da Marvel tenta sobreviver ao caos causado na franquia de 2007/2008, Civil War em que colocava todos os heróis da Marvel em uma grande guerra, que citarei mais abaixo. Homem Aranha é um herói que não compreende completamente seus poderes e além de ter que defender a sua cidade de seus inimigos modificados geneticamente ou simplesmente outros meta-humanos, tem que viver sua vida.

A criação do herói foi uma jogada do escritor Stan Lee (Mesmo escritor de Iron Man, X-Men, O Incrível Hulk e O Quarteto Fantástico) de tentar criar um herói que mais parecesse com os jovens que lêem a revista, fazendo um herói que pensa mais nele mesmo ao invés de pensar somente nos outros, etc. Seu principal inimigo, Rei do Crime é uma representação exata de que a mídia diz como um chefe de uma organização criminosa. Ele fica sentado em sua cadeira mandando todos fazerem o que vai fazer bem para a sua venda de drogas. Esta parte não é citada em nenhum filme ou desenho, mas é abertamente mostrada na revista.



Como é um herói mais recente, a necessidade de envolve-lo em algum acontecimento atual é grande, com isso a marvel lança uma edição especial de revista, onde terroristas da América do Sul tentam sequestrar o atual presidente americano, Barack Obama, e o amigo da vizinhança tem que salvá-lo. Além desta, tem uma edição especial onde o Spider Man e o Iron Man voltam no tempo e salvam a vida do presidente Kennedy, alterando o futuro (Edição não traduzida). Peter não foi criado com o mesmo sentido do que os dois citados acima, e sim como já foi citado nesta parte do texto, ele é um herói mais humano do que todos os outros.



O Justiceiro: Frank Castle é um vigilante, que considera crimes como assassinato, sequestro e tortura aceitáveis como táticas de combate ao crime. Motivado pela morte de sua família, que foi morta pelos capangas do mafioso Costa, quando testemunharam uma execução proveniente de uma guerra entre gangues no Central Park, em Nova York. O Justiceiro pode ser considerado um homem-guerra entre todos os criminosos em geral, conhecendo quase todo o tipo de armamento. Os assassinos de sua família foram os primeiros a serem mortos por eles. Como veterano de guerra, Castle é um mestre em táticas furtivas e de emboscadas, bem como o manuseio de uma vasta variedade de armas.

O Justiceiro é considerado um Anti-herói em algumas revistas da Marvel, enquanto em outras faz parte do time dos heróis (Vingadores #14 em diante). Sua primeira aparição foi em uma revista do Homem Aranha, onde ele resolve caçar Peter simplesmente por julgar que ele faz mal para a cidade, após Peter conversar com ele e mostrar que o verdadeiro inimigo é o Rei do Crime, Castle resolve caçar os dois. Seus inimigos são basicamente todos os que existem na cidade, os vilões, os assaltantes e os heróis. O herói é basicamente a representação da raiva e da busca pela vingança de um homem.



O evento mais recente da Marvel Comics é a Guerra Civil, onde o atual presidente resolve que após anos e anos de destruição da cidade por parte dos heróis resolve que deve impor uma lei de registro aos heróis, fazendo-os pagar por tudo que quebrarem e fazendo-os perder a identidade secreta. Alguns heróis foram contra, se rebelando contra os que eram a favor. Capitão América e Justiceiro são contra a lei, Homem de Ferro ajuda o presidente a colocar a lei em vigor (Afinal todos já sabiam a sua identidade) e o Homem Aranha resolve ir a favor da lei, mas assim que seus familiares são atacados logo na semana seguinte em que mostra seu rosto e diz seu alter-ego em rede nacional, resolve ir contra.

A guerra é baseada no papel mitológico de cada personagem dentro da Marvel mas também é uma alusão à guerra civil americana de 61. A Guerra Civil Americana consistiu na luta entre 11 Estados Confederados do Sul latifundiário, aristocrata e defensores da escravidão contra os Estados do Norte industrializado, onde a escravidão tinha um peso bem menor do que no Sul. Estas diferenças estão entre as principais causas da guerra e têm origem ainda no período colonial, enquanto o desenvolvimento do Norte estava ligado à necessidade de crescimento do mercado interno e do estabelecimento de barreiras proteccionistas e as do sul não.

Seja na Marvel, DC ou qualquer outro tipo de quadrinho e mídia, todos os seus personagens e eventos são baseados em algo já criado, seja copiando ou imitando algo em que vivemos ou vemos todos os dias, mas não damos tanta importância.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A Imagem das Mulheres nos Clipes de Rap e Hip Hop

A mulher tem sido cada vez mais, usada como objeto nas mídias. Sua imagem é progressivamente depravada, o que acentua ainda mais a discriminação quanto ao seu papel na nossa sociedade.
Desde o homem das cavernas, a mulher sempre foi vista como um ser inferior, menos capaz de fazer as atividades normais, ficando, portanto com o papel de ficar em casa tomando conta dos filhos e preparando as coisas para a chegada do marido, que sempre foi visto como o provedor dos bens matérias e dinheiro da casa.
Com o passar dos anos, a mulher foi conquistando o seu espaço. Ganhou o direito ao voto e leis que defendem os seus direitos. Porem isso não impediu que sua imagem continuasse sendo de uma posse.
Atualmente, os publicitários utilizam muito de uma criada imagem das mulheres para venderem os seus produtos. E isso se estendeu a diversas outras áreas, como nos clipes de Rap e Hip Hop americanos.
Os clipes destes gêneros musicais foram se transformando e criando uma imagem do “lifestyle” gângster, que é aquele cara que tem muito dinheiro, os carros mais caros e mais velozes, as maiores mansões e as mulheres mais perfeitas do mundo.
Isso acaba criando uma visão de que a mulher é atraída por dinheiro, por carrões e que ela é só mais um objeto a ser possuído pelos rappers.
A seguir alguns clipes que demonstram esta depravação da imagem feminina.

http//www.youtube.com/watch?v=_FE194VN6c4

http//www.youtube.com/watch?v=APHm8DbYkL0

http//www.youtube.com/watch?v=NTnsMO9zygI

http//www.youtube.com/watch?v=2GYSei66Rh4

E as traduções para quem quiser ver.

http://vagalume.uol.com.br/snoop-dogg/beautiful-traducao.html

http://vagalume.uol.com.br/will-i-am/i-got-it-from-my-mama-traducao.html

http://vagalume.uol.com.br/akon/i-wanna-fuck-you-traducao.html

http://vagalume.uol.com.br/snoop-dogg/drop-it-like-its-hot-traducao.html

Após ver isso, devemos fazer uma reflexão. Será que isso está certo? O que podemos fazer para melhorar este aspecto?
Talvez, algum dia, isso se resolva. Porém a luta não pode parar e braços cruzados não vencem batalhas.
Pense nisso!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009


André Lloyd, Cecília Batista, Lorri Sanfilippo – EMB – Edocomunicação
Os Simpsons




INTRODUÇÃO


Desde sua criação no final da década de 80, os Simpsons foram criados como um show da Fox, que buscava satirizar de forma humorística a sociedade em todos seus aspectos, notavelmente pelo exagero de estereótipos.


Cada episódio dura cerca de 20 minutos, sendo geralmente dividido em duas ou mais histórias paralelas, que em um determinado ponto se ligam para formar uma história principal.


As personagens fazem uma caricatura grotesca da sociedade, mostrando de forma bem definida as funções existentes nela. O mundo dos Simpsons geralmente se resume a uma cidade americana genérica de Springfield (genérica devido ao fato de existirem dezenas de cidades chamadas Springfield nos EUA).


A família dos Simpsons pode ser caracterizada como um exagero da visão típica de uma família de classe média baixa.

O pai, Homer, é um estereótipo exato do trabalhador proletariado, ele sai de manhã para trabalhar em seu carro velho, sem luxo, e passa o dia todo trabalhando em uma fabrica de energia nuclear. Seu trabalho é monótono e é composto por manusear alavancas, um trabalho sem complexidade. Ao terminar sua jornada, Homer vai ao boteco, onde encontra com os amigos e bebe.

Sua esposa, Marge, mostra a visão típica da mulher caseira, que arruma a casa, cozinha a comida, cuida das crianças e tem um interminável amor pelo marido, independentemente de o que ele fizer.

Bart, o filho mais velho do casal, é uma caricatura do “moleque”, que não busca avançar de forma alguma nos estudos, não pode ser controlado por ninguém, e causa inúmeros problemas.

Lisa, a irmã de Bart, é uma caricatura de uma menina altamente inteligente quando colocado em meio de pessoas mais simples. Lisa é extremamente estudiosa, mas não é de forma alguma adepta ao mundo social. Sua intelectualidade não é reconhecida pelos outros em seu meio.

Maggie, a filha mais nova da família é ainda um bebê, que não se comunica e não tem uma função muito específica na família.

Outros exemplos de personagens que demonstram uma função da sociedade são o Mr. Burns, o chefe de Homer e profundamente capitalista republicano, Crusty, o palhaço dono de diversas micro-empresas que geralmente operam na marginalidade. Sua rede de hambúrgueres é muitas vezes usada para criticar a industria de fast-food americano. O Dr. Nick, que faz uma crítica aos praticantes de medicina, especificamente aqueles que não adquiriram uma graduação adequada, Itchy & Scratchy, que aparecem como um programa de TV, criticam a violência presente nos cartoons e Ned Flanders, usado na figura do vizinho perfeito e fanático religioso.





ANÁLISE – TEMPORADA 20, EPISÓDIO 21: “Coming to Homerica


O episódio inicia com um auxiliar do palhaço Krusty discutindo com ele sobre o que fazer com um de seus produtos manufaturados, um teste de gravidez, que falha 20% das vezes. A venerada solução foi re-empacotar o produto como uma colher para café e enviá-los para as Filipinas, referenciando a industria farmacêutica, que em múltiplas ocasiões foi encontrada enviando medicamentos expirados ou ineficazes para as regiões asiáticas.

Após solucionar este problema o auxiliar apresenta um novo problema: A companhia de hambúrgueres de Krusty está sofrendo críticas por somente apresentar produtos danosos à saúde. A solução apresentada pelo palhaço é de “Jogar uns vegetais dentro de um sanduíche, cobrir com uma embalagem verde e vender pelo dobro do preço”.


A crítica nesse caso é direta, e é direcionada as tentativas
das companhias de fast-food americanas, que apresentam um cardápio pouco saudável, e ao invés de melhorar seus pratos já existentes, criam um novo produto que contém algum vegetal, e com isso criam a imagem de serem companhias que visam a melhoria da saúde publica e mundial.

Adicionalmente, Krusty pede que seja colocada nicotina nos hambúrgueres das crianças, em uma tentativa de viciar elas em seu produto. A cena acaba e parte para um comercial para o novo hambúrguer, que mostra crianças felizes brincando, abraçando suas mães
, com um fundo de natureza, imagens que buscam dar uma imagem de família e de natureza para a companhia.

Nessa cena é demonstrado o efeito do marketing na sociedade, qu
e cria uma imagem positiva para qualquer companhia, independentemente das reais intenções desta.

A história prossegue, e todos ficam doentes devido a um problema com a cevada que foi usada no hambúrguer. Essa é uma possível referencia aos casos recentes de intoxicação alimentícia nos EUA, relacionado em parte com o Mc. Donald’s, que transmitiu parte do alimento infectado em sua alface.


A fonte da cevada infectada foi de uma cidade próxima a Springfield, Ogdenville, que entra em colapso econômico quando o comercio da cevada cai. Isso leva a uma enorme imigração para Springfield.

Nesse ponto se inicia a crítica a um dos maiores problema
s atuais dos EUA, a imigração, nesse caso representado pelos cidadãos de origem nórdica que vem de Ogdenville. Os cidadãos de Ogdenville fazem uma clara substituição pelos imigrantes latinos.

No inicio do processo de imigração, os Ogdenvillenses são aceitos de braços abertos, e passam a fazer todas as possíveis tarefas manuais e tediosas que os cidadãos de Springfield não querem exercer. Marge, que até então fazia todos os trabalhos caseiros sozinha, contrata uma empregada imigrante.


Ao entrevistar a empregada Marge pergunta se “vocês tinham cozinhas
de onde você veio?”. Tais perguntas satirizam a visão primitiva que muitos americanos tem da América Latina.

Bart fica envolvido em um acidente de skate quando ele busca provar que ele é melhor no esporte do que os imigrantes, e como resultado do acidente tem de ser levado no ho
spital.

Ao chegar no hospital, observa-se que este está saturado de imigrantes, obrigando a família de Bart a preencher um formulário em Norueguês, pois os que estavam em inglês acabaram.


Esse ponto da história mostra uma das mais fortes críticas a imigração, que é a saturação dos sistemas públicos pelos imigrantes, ao ponto de que os habita
ntes originais não possam mais usufruir dos serviços que eles mesmos construíram ao longo de centenas de anos, e cujos custos de manutenção ainda são pagos por eles.

De forma semelhante ao que é observado nos EUA em relaç
ão aos imigrantes, os Ogdenvillenses tornam-se a culpa para todos os problemas da sociedade. Bart fala que ele foi chantageado para fazer as manobras de skate que resultou em seu acidente, e após ter chegado no trabalho atrasado e bêbado, Homer é demitido e coloca a culpa nos imigrantes por “[fazerem-no] beber aquelas bebidas deles”.

A comunidade resolve prevenir a imigração, primeiro ao colocar
policiais para bloquear as entradas de Springfield, e depois a criação de um grupo de Justiceiros (cidadãos comuns que passam a executar as leis por si mesmos). Ambas as tentativas falham, e é apresentada uma nova solução: A criação de uma muralha cercando a cidade.

A construção da muralha é feita pelos Ogdenvillenses, pois nenhum c
idadão de Springfield sabe como construir um muro. Durante a construção do muro é mostrado que os dois lados são semelhantes, tendo interesses semelhantes, idéias semelhantes e problemas semelhantes.

O episódio é concluído quando, após o termino da construção da muralha, ambos os lados percebem que sentem saudades um do outro, e os povos das duas cidades se unem em festa.





ANÁLISE – TEMPORADA 20, EPISÓDIO 13: “Gone Maggie gone


Os Simpsons tiveram seu primeiro episódio transmitido em 1989 nos Estados Unidos, a série tem como protagonista uma família de classe média baixa, composta pelo pai, Homer, Marge, a mãe, Bart, o filho, Lisa e Maggie, as filhas. O programa tem como objetivo fazer críticas de maneira humorística quanto ao comportamento humano e a sociedade americana.

O episódio a ser analisado, “Gone Maggie gone” da vigésima temporada dos Simpsons, se inicia com o anúncio de um eclipse solar em Springfield. No momento do eclipse Homer quebra sua câmera obscura que o permitiria olhar para o céu sem sofrer nenhum dano a sua visão, Marge como a mulher dona de casa que sempre serve ao marido, entrega a Homer sua câmera e ao olhar para a eclipse sem proteção fica cega. No hospital o médico ordena que seus olhos fiquem tapados por duas semanas e que nada lhe cause estresse.


Com a mulher machucada, Homer toma conta da casa, o que resulta em uma grande infestação de ratos. Os milhares de ratos na cozinha controlando Homer pelos cabelos é uma parodia ao filme “Ratatouille”. Homer então leva Maggie e o cachorro a loja de veneno e na volta para casa a bangunça entre Maggie e o cachorro causa uma batida em que o carro cai da ponte.


Para atravessar o rio com o pequeno barco sem deixar Maggie sozinha com o veneno, ou o cachorro sozinho com o veneno, ou Maggie sozinha com o cachorro, Homer se depara com um desafio. Esse desafio é uma referência a um jogo americano existente desde o século IX, chamado “fox, goose and bag of beans puzzle”.

Homer primeiro leva Maggie ao outro lado do rio e a deixa na porta de um convento, onde pensou que a menina estaria salva. As freiras então pegam Maggie e Homer volta para a casa sem a menina. Para recuperar a irmã Lisa resolve infiltrar no convento, tendo que resolver uma série de desafios.


Já dentro do convento Lisa procura por Maggie no berçario, mas a menina não está lá. Ao perguntar para freira se aqueles eram todos os bebês, a freira responde: “Looking for more unwanted babies, are ya? Well, next week is nine months after the prom they will be stuck up to the ceiling!” (Procurando por mais bebês? Bom, semana que vem será nove meses após a formatura, teremos bebês até o teto) A fala da freira satiriza as decisões dos jovens americanos que acreditam que na noite de formatura deve-se perder a virgindade.


Começa então a saga de Lisa, a menina segue várias pistas que a levariam à irmã, o desafio deixa Lisa feliz por poder usar seu intelecto que nem sempre apreciado pela família, para encontrar a irmã e descobrir o grande segredo. A primeira pista está na frase “Quaerite deum in corde et anima” que a menina traduz para “seek god with heart and soul” (procure deus com o coração e a alma). “Heart and soul’ é também uma música, o que leva Lisa ao piano para tocá-la, a música faz com que se abra um calabouço, todas os desafios fazem parodia como filme “The Da Vinci code”. Mais um série de pistas levam Lisa a procura do maior anel em Springfield, sua busca a leva a um sino no topo de uma torre, fazendo uma parodia com o filme “National treasure” através do sino da liberdade do filme. Na torre Lisa encontra com Comic book guy e Principal Skinner, que lhe contam sobre o grande segredo, a história consistia em uma freira que no seu leito de morte teve uma visão de uma jóia que traria paz e harmonia ao mundo. A história da jóia logo se espalhou e Benjamin Franklin e George Washigton iniciaram uma guerra falsa para procurá-la, o que causou a migração das freiras para Springfield.


Depois de descobrir que o sino da torre era feito de papel, Lisa descobre que o maior anel de Springfield está no letreiro com o nome da cidade Sp”RING”field (ring: anel). Chegando ao letreiro eles encontram com Mr. Burns e Smithers, que também procuram a jóia. Neste momento foi mostrada a ganância do ser humano, alguns procuravam a jóia nao pela paz que traria, mas sim por sua riqueza.


Lisa descobre então uma frase escrita no letreiro que ao desembaralhar as letras percebe que ela era a jóia que traria paz e harmonia. Ao chegar no convento Lisa anuncia sua descoberta, mas, logo uma freira lhe diz que as palavras foram desembaralhadas de maneira errada, a jóia era na verdade Maggie.


Maggie é colocada no trono, trazendo imediatamente a paz, mostrando a visão idealizada da igreja com relação a paz e harmonia entre todos. Mas, Marge ao descobrir que a filha está em um convento a tira de lá, mesmo acreditando que podia estar sendo egoísta, Homer a diz que não é necessário se preocupar pois havia deixado seu outro filho lá, Bart. Bart nem sempre foi o filho exemplar e fazia muitas travessuras, por isso seus pais não sentiram remorso de deixá-lo lá. Porém, quando Bart senta no trono, o inferno começa.






CONCLUSÃO:

É possível dizer que a famosa família dos Simpsons retrata muito bem várias famílias da nossa sociedade. A pergunta então é, colocando tanto humor em assuntos sérios como sedentarismo, obesidade, brigas, falta de respeito, estamos permitindo que esses problemas se tornem comuns e normais?


Muitas crianças assistem a série e podem acreditar no estilo de vida e atitudes que são transmitidas. Talvez esse não seja o melhor exemplo para as crianças que irão liderar no futuro e nem para os adultos procurando por desculpas para agir de maneira machista, gananciosa, desrespeitosa, estúpida, entre outros.


Porém, há quem diga que o exagero do humor no programa, retrata o quão ridícula algumas atitudes são, conscientizando aqueles que até então não percebiam que estavam inseridos na mesma situação.

Um Pouco de "Ultraviolência"

Escolhemos o filme “Laranja Mecânica” como objeto de estudo, por se tratar de um filme mundialmente importante e um marco na história do cinema, que contém várias críticas implícitas à sociedade.
O filme começa mostrando os atos de “Ultraviolência” praticados pelo protagonista Alex DeLarge. Ele simboliza o crime que sempre se fez e sempre se fará presente. Os primeiros minutos nos remetem, até mesmo, ao bullying. A gangue de jovens (liderada por DeLarge) age sem se importar com as conseqüências, e sem deixar que suas atitudes atinjam sua integridade ética e moral. A falta de limites é entendida quando a relação pai-filho é mostrada. Na película, os pais são totalmente passivos e não tem voz dentro dos lares.
Decorrido um certo tempo do filme, Alex mata, “sem intenção”, uma mulher idosa, dona de um SPA, com um enorme falo. Devido ao acontecido, o protagonista é levado à prisão, mas não sem antes ser torturado por agentes do Estado, mostrando a brutalidade de um regime totalitário, que chega a passar por cima das leis então regentes e dos direitos humanos. Isso é perfeitamente exemplificado pelo seguinte diálogo do roteiro:
Alex: “Não direi nada sem o meu advogado, conheço as leis, seus bastardos”
Policiais: “Nós vamos mostrar que também conhecemos as leis, mas que conhecê-las não é tudo”.
E começa a tortura.
Já na prisão, Alex é obrigado a realizar tarefas das quais não deseja, como freqüentar reuniões de uma doutrina não correspondente à sua. Como a personagem principal diz, a cadeia poderia ser comparada a um zoológico humano, onde as vontades pessoais não interessam a ninguém. Sua total dedicação em ler a Bíblia, somada com um perfeito comportamento, fazem crítica ao absolutismo das religiões nas vidas das pessoas e às normas comportamentais que elas impõem.
Após cumprir apenas 1/7 de sua pena de quatorze anos, DeLarge se vê defronte de uma “oportunidade” que poderia redimi-lo de sua dívida com a sociedade e reinseri-lo na mesma, completamente regenerado. Nesta parte do filme vemos uma crítica ao Estado, que é hipócrita não liberando verba para as prisões, mas também não arca com as conseqüências da superlotação das celas, fazendo com que as condições de vida fiquem aquém do aceitável para humanos. Essa crítica transparece na fala do Ministro do Interior, que reclama da quantidade de presos por cela, e quando interrogado a respeito de uma possível liberação de verba, desconversa.
Alex é escolhido pelo ministro para entrar no programa de reinserção na sociedade, já citado, chamado “Projeto Ludovico” e daqui para frente referido como tal, que consiste na aplicação de medicamentos que deixam o cérebro do indivíduo susceptível a novas ligações neuronais a partir do “videamento” de filmes “ultraviolentos”, que retratam atitudes parecidas com as anteriormente praticadas pelo protagonista, que deveriam ser reprimidas. A polêmica do tratamento é que ele inibe a possibilidade do indivíduo escolher pelo caminho das boas ou más atitudes, condicionando-o a ser capaz de praticar apenas as boas, do contrário, sentiria uma dor horrível. Por tirar o nosso livre arbítrio, o tratamento consistia num processo de desumanização, já que ter a liberdade de fazer nossas escolhas é o que nos difere dos animais irracionais e nos dá a condição de humanos.
DeLarge sai da clínica, teoricamente curado de sua má índole, porém, o reencontro com uma de suas vítimas, especificamente, fará com que tenha uma recaída. Após sair do “Projeto Ludovico”, muitas coisas acontecem: ele é renegado pelos pais, apanha de um mendigo em quem já havia batido, é maltratado por seus ex-companheiros de vandalismo (que agora são policiais) e, enfim chega à casa de um casal, o qual bateu no homem, deixando-o paralítico, e estuprou a mulher, matando-a. Isso desencadeará uma série de acontecimentos que farão com que ele volte a ser o que era. A vítima remanescente (um homem velho) descobre que Alex foi acidentalmente condicionado a odiar a 9ª do Beethoven (por um acidente no “Projeto Ludovico”), que dantes fora sua música preferida. Quando a escuta, sente as mesmas dores horríveis que sente ao cometer atos violentos. Com isso, é armada uma arapuca para Alex sentir tanta dor a ponto de querer se suicidar, para provar que o estado não está criando cidadãos melhores, e sim, monstros que não são capazes de se defender ou de guiar a própria de vida. O plano funciona, e logo o Ministro do Interior vai visitar DeLarge com uma proposta indecorosa: que ele alivie a difícil situação do Estado perante a sociedade, em troca de emprego, dinheiro e segurança. Nessa parte do filme é mostrado um claro exemplo de corrupção e de como tantas coisas são feitas por “debaixo dos panos”, sem que ninguém saiba.
Alex aceita a proposta e, mostrando que tinha voltado a ser exatamente o que era antes do “Projeto Ludovico”, é mostrada sua imagem, deitada no chão, estuprando uma mulher e sendo assistida por várias pessoas. Enfim, sua voz pronuncia em tom macabro:
-Eu estava mesmo curado!

Laranja Mecânica é um filme extremamente inteligente com críticas um tanto quanto ácidas. Apesar de anos terem se passado desde a sua estréia, notamos que o debate que o filme propõe é totalmente pertinente à contemporaneidade.
Na época em que foi lançado, ele provocou uma série de confusões sociais. Pessoas cometiam crime e iam presas, mas alegavam no tribunal que tinham sofrido forte influência do filme. Alguns mais extremistas chegaram até a cometer suicídio. A sociedade da época não estava preparada (como um todo) para receber ou entender o que se propunha.
O título do filme é explicado da seguinte forma: o autor do livro (que deu origem ao filme) havia escutado algo sobre um polêmico tratamento de reeducação de jovens delinqüentes, assim, eles seriam reinseridos na sociedade, doces como laranjas, mas de uma forma falsa, que nos remete ao principio da máquina. Hoje é que se debate deveras essas questões do discurso do filme (como a polêmica do título), portanto, consideramos Laranja Mecânica uma obra de arte que se faz intacta através do tempo, já que seu objetivo (o de cutucar o espectador) ainda é atingido toda vez que alguém o assiste.

Uma Família da Pesada


Este desenho, produzido por Seth MacFarlane, estreiado em 1999, exibido pelo canal FX e pela Globo, é conhecido mundialmente pelo seu humor irreverente que nem sempre agrada a todos.
Recentemente, sofreu censura na Venezuela por apologia ao consumo de maconha.
A série mostra a irreverente vida de Peter e sua nada comum família de classe média. Lois, é a esposa de Peter, que luta para manter a normalidade em sua casa.
E há os três filhos deles: Meg, adolescente de 16 anos, que só pensa em fazer plástica nos lábios e conseguir um par para o baile de formatura; Chris, garoto de 16 anos, que é preguiçoso; e Stewie, uma bebê de apenas um ano com uma mente malvada
que só pensa em dominar o mundo.
Na casa também vive Brian, cachorro falante, que adora beber martini e incrivelmente, é o mais intelectual da casa. Chegou a cursar faculdade, além de ser o melhor amigo de Peter.

Trechos:
http://www.youtube.com/watch?v=lwciwmakJJ8

http://www.youtube.com/watch?v=8V2j8zZuI-c

http://www.youtube.com/watch?v=CZOnQYbabxs

Need For Speed Undercover

Need for Speed Undercover

-----Introdução

Need for Speed Undercover lançado em 2008 é o 13º título da série Need For Speed que ficou famosa no mundo todo por proporcionar às pessoas, que não podem ter um carro personalizado, a usarem sua imaginação na criação de seus carros. Há marcas e modelos de carros de todos os tipos nesses jogos. Undercover, por sua vez, enfatiza as perseguições policiais em um mundo atingido fortemente pelo crime internacional.

-----Jogabilidade

No jogo Need For Speed Undercover aparece alguns elementos básicos de jogabilidade na tela, como o mapa no canto inferior-esquerdo, a velocidade no canto inferior-direito e o tempo gasto desde o início da partida, no canto superior-direito.

-----História

O jogo não apresenta muita história, há basicamente apenas corridas e modificações que se pode fazer ao carro. Eles tentam implementar um enredo, mas é sempre a mesma história: carros velozes e mulheres atraentes.

-----Paralelo com outras peças da cultura americana

Há uma participação ilustre no jogo de Maggie Q, a protagonista de Duro de Matar 4.0 e Missão Impossível III. Os jogadores são guiados pela personagem interpretada pela atriz. O jogo é bastante parecido com o filme Velozes e Furiosos, que também retrata a imagem de carros rápidos e mulheres bonitas.

http://www.youtube.com/watch?v=mkHJzHIbQQg

-----AlunosDaniel McGinnis e Henrique Pimenta.


Manhunt



Manhunt e um jogo de extrema violência desenvolvido pela Rockstar. O jogo polêmico e proibidos em vários países, e ao mesmo tempo um sucesso de venda ate hoje, o torna difícil até a contabilidade de quantos países na certa esta proibido sua venda. No jogo você entra no papel de um psicopata, com dupla personalidade, uma de suas personalidades e uma pessoa negra normal. Outra é perturbada e violenta vive em conflito sobre os atos do corpo que ambas compartilham. Na historia você esta em um reality show sádico, aonde a violência é o foco, como no Big Brother, e acompanhado o comportamento humano, é o que ocorre por consequência de seus atos. No jogo existem dois times, os caçadores e os caçados. Caçados são pré selecionados no “balde de lixo”(um manicônio que pertencem a um dos organizadores) uma pré seleção de loucos, então são soltos em um ambiente aonde todos perdem sua dignidade; humanidade, e esquecem do que são. Tal fato remete a algo tremendamente presente também em nosso cotidiano, a venda da imagem da violência e das pessoas como ratos em busca do nosso entretenimento.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Era Uma Vez A Terra Do Nunca

O filme 'Peter Pan' envolve várias questões interessantes de serem analisadas, como a transição entre infância e maturidade, a relação do tempo com as pessoas e a suposta inocência das crianças. Assistindo o filme pode-se concluir que a história é, em grande parte, um sonho de Wendy.

Na história, Wendy se encontra em uma fase muito conturbada. Ela gosta da liberdade de ser criança, poder usurfruir de sua imaginação sem limites, brincar com os seus irmãos e não ter que se preocupar com responsabilidades. Sua tia, porém, já nota que a garota está começando a florescer e pensa que é chegado o momento de tratá-la de forma diferente. Wendy, então, passa a prestar mais atenção em si mesma e nota, inconscientemente, que algumas mudanças estão acontecendo. Na época em que a história acontece, não havia o conceito de adolescência. Ou se era criança, ou se era adulto, e essa transição é um tanto quanto brusca, uma vez que as crianças são livres para sonhar e os adultos deviam viver em um mundo 'sólido' e racionalista. Grande parte de si quer continuar a ser criança para sempre e ela cria, em seus sonhos, um mundo em que isso seria possível: a Terra do Nunca. Mas Wendy nunca mais seria completamente criança e a própria base de sua história, Peter, o garoto que nunca cresceria, a atraía de uma maneira inédita, não era somente um amigo, mas sim aquele a quem ela gostaria entregar seu 'beijo escondido', como é mencionado no filme.

Durante a aventura que se desenvolve nos sonhos de Wendy, ela se depara com situações inesperadas que a fazem pensar com mais maturidade e tomar decisões que acarretam não somente a si, mas também aos seus irmãos mais novos. Ela percebe que ser criança é uma experiência única e imensamente agradável, mas que existe mais além da diversão. Com um turbilhão de emoções a envolvendo (sua atração por Peter, a responsabilidade para com os irmãos, a adrenalina de viver aventuras inimagináveis em uma terra mágica, a saudade de casa, o medo de se esquecer dos seus pais) Wendy percebe que talvez ela realmente devesse crescer.





Peter também possui um papel importante nessa percepção, sendo ele a imagem de uma criança. Impulsivo e inconsequente, o garoto coloca a aventura e a diversão acima de tudo e receia sentir algo que o torne mais maduro, como amor, o que causa a Wendy uma enorme frustração e resulta em uma briga entre os dois. Wendy reflete novamente entre as vatagens e desvantagens de não precisar crescer. Seus conceito já haviam começado a mudar quando partiu em sua aventura, o que faz com que a Terra do Nunca não seja, de fato, o lugar agradável que seria se ela ainda fosse completamente criança.

Outro fator considerado nas reflexões de Wendy é a semelhança física entre o seu pai e o vilão da história, Capitão Gancho, já que no momento em que imaginou a Terra do Nunca e todos os seus componentes, Wendy estava frustrada com o pai por querer obrigá-la a crescer. Mr. Darling era visto pelos filhos como um homem covarde, quando era simplesmente inseguro. Em um momento de exaltação, cansado de ser visto como alguém flexível e desrespeitado, decide mudar sua imagem e toma medidas exageradas, exonerando Naná (a doce e dedicada cadela São Bernado) do cargo de babá e exigindo que Wendy começe a agir como uma mulher, até mesmo a afastando dos irmãos. Depois de perder os filhos, porém, começa a rever suas ações e percebe que não vale o preço para ser aceito pela sociedade.





Além disso, há também o grande perseguidor de Gancho: o crocodilo. A historia conta que o crocodilo engoliu um relógio, tornando possível perceber quando ele se aproxima pelo 'tic tac'. Não seria então uma metáfora para representar o tempo, que nos persegue eternamente? Podemos tentar fugir dele, podemos até tentar enfrentá-lo, mudando a nossa imagem para parecer que ele não nos atinge, mas no final é inevitável. Ele nos derrota. No filme isso é mostrado no momento em que Gancho tenta fugir do crocodilo voando, mas as crianças repetem as palavras 'velho, sozinho, acabado' e ele não consegue ter pensamentos felizes, condição para que se voe. Então o Capitão desiste de fugir e acaba sendo engolido pelo crocodilo.





Enfim, Wendy percebe que não poderá fugir para sempre e resolve voltar para casa e crescer como todas as outras pessoas, sabendo também que uma parte de si nunca deixará de ser criança.



Patrícia Campos e Júlia Greco

domingo, 4 de outubro de 2009

Bem-vindos!



Este é o blog da disciplina de Educomunicação do Ensino Médio - Turma B 2009 - da Escola da Serra. É mais uma ferramenta de trabalho que usaremos em sala de aula, para deixar registradas nossas reflexões sobre a mídia e seus produtos. Espero que gostem e façam bom proveito deste espaço.